Dia Mundial da Fotografia: o extraordinário invento que deixou a humanidade eterna e o Marketing mais atraente

A fotografia foi oficialmente criada em 1839, como intenção de vários autores, que possibilitaram o sonho de eternizar imagens,  fascinando olhares e facilitando a vida da propaganda

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Congelar o que os olhos vêem. Pegar uma imagem, guardar, e – sendo eterna – visualizar quantas vezes, por quanto tempo e por quantas pessoas forem possíveis… Se parecia sonho em tempos remotos, passou a ser  busca ao longo da História. Até que, de autores a autores, de aprimoramento de processos, avanços tecnológicos e com princípios da química e da física,  chegou-se a uma invenção das mais fascinantes da humanidade: a fotografia.

A fotografia é, por definição, “a técnica de criação de imagens por meio de exposição luminosa”. Imagine isso no século XIX, algo que não se limitasse à pintura em telas de artistas. A invenção (que, como dito, teve precursores antes) foi considerada oficialmente criada em 19 de agosto de 1839, em Paris, na Academia de Ciências da França. Jean Jacques Mandé Daguerre batizou o ‘invento’ como Daguerreótipo, embora em 1826, outro francês, Joseph Nicéphore Niépce já tinha criado a héliographie, aliando o princípio da “câmara obscura” (empregada por artistas desde o século XVI, entre eles Leonardo da Vinci) à característica fotossensível dos sais de prata.

Desse início revolucionário, a fotografia teve o poder de transformar a cultura, a sociedade, as artes e o mundo em si. Aprimorou-se, chegou às câmeras para amadores e à era digital, alcançando democraticamente mãos incontáveis até o presente. Com celulares sempre a postos, a humanidade capta e eterniza o que os olhos ainda vêem.   E até o futuro, não se imagina que algo tão extraordinário vá deixar de existir.

Ao Marketing, restam muitos aplausos à invenção fantástica. Uma fotografia, arte por si só, mensagem acima de tudo, tem o poder da comunicação pura e plena, que seduz ao primeiro olhar, e outros sentidos em  seguida, que captam a intenção até chegar ao racional cérebro decodificante. A imagem vale… quantas palavras? É ela capaz de propagar conceitos, definições, intenções, informações, belezas, instigar a imaginação. E antes de tudo, um deleite para os olhos. Simples assim.

Publicado por

Adriana Pontin

Empreendedora, sonhadora, cristã e apaixonada pela vida. Formada em Secretariado Executivo Trilingue com enfase em ADM e Teologia. Desde 2008 realizando sonhos e projetos através da empresa Excelência Mkt & Eventos.

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