Dia mundial do rock: mais que uma data, um ritmo que conquista gerações

Data foi instituída durante o lendário Live Aid, que reuniu bandas renomadas em 1985. Mas antes e depois, nomes icônicos do estilo musical se eternizaram 

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O Rock n’Roll já influenciou tanto as vidas, as trilhas e a história da música, que, gostando do ritmo ou não, impossível é não reconhecer quando os primeiros sons de guitarras ecoam em algum ambiente. É um som que tem  DNA próprio, que transpassa a linha do tempo, a barreira de gerações, e conquista gostos independentemente do nível de  exigência do ouvido. Aos que amam, não importa em que ano nasceram. O que importa é que ele – o rock – nunca fica velho.

Se a origem remete à década de 1940, numa mistura de blues, country e outros ritmos, nos anos 1950, um nome surgiu para nunca mais morrer: Elvis Presley seria um dos grandes ícones, porém não único, desse estilo musical que tanto encanta. Anos 60 chegaram e o estilo transgressor se estabeleceu. O quarteto de Liverpool ganhava o mundo para sempre, como a maior banda de todos os tempos. Claro que se trata de The Beatles, a quem até um jovem de 15 anos, apaixonado por música,  se rende em pleno 2019.

A trajetória do rock seguiu, outros nomes históricos vieram. Já a data,  13 de julho, nasceu como dia mundial do rock em outro momento lendário dessa trajetória. Era 1985, e um grande evento chamado Live Aid, foi um acontecimento. Um show simultâneo em Londres, na Inglaterra, e na Filadélfia, nos Estados Unidos, reuniu artistas com objetivo de arrecadar fundos para combater a drástica pobreza e a fome na Etiópia. Led Zeppelin, Dire Straits,  Joan Baez, David Bowie, BB King, Rolling Stones, Sting, Scorpions, U2, Paul McCartney, Phil Collins, Eric Clapton, Black Sabbath, entre outros, se revezavam no palco. O show foi transmitido ao vivo para diversos países. Na ocasião, o cantor e baterista Phil Collins propôs que o dia 13 de julho fosse lembrando como Dia Mundial do Rock.

Recentemente o show, único e lendário, o qual nunca mais se conseguiu repetir, foi reproduzido com fidelidade no filme Bohemian Rhapsody, que retrata a trajetória de  Freddie Mercury e consequentemente do Queen. Críticos de todos os cantos reconhecem que essa foi a melhor apresentação da banda. O longa reviveu com maestria momentos icônicos, do Queen, de Mercury, e do Live Aid, que se tornou também símbolo de um ritmo que ainda promete percorrer mais e mais gerações. Vivo e cheio de nomes que nunca vão deixar de existir,  de acordes marcantes, de estilo intenso que remete à própria dança da vida!

Publicado por

Adriana Pontin

Empreendedora, sonhadora, cristã e apaixonada pela vida. Formada em Secretariado Executivo Trilingue com enfase em ADM e Teologia. Desde 2008 realizando sonhos e projetos através da empresa Excelência Mkt & Eventos.

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