Lançamento – Exposição Gotas de Vida

Nas últimas semanas, a exposição “Gotas de Vida” fez sua estreia no Aurora Shopping. Idealizamos a mostra em parceria com o Hemocentro com os objetivos de conscientizar a população sobre a importância da doação de sangue e aumentar o número de doadores regulares no Hemocentro Regional de Londrina. Nossos agradecimentos às empresas Patrocinadoras da Vida que abraçaram a causa. A exposição com fotos de Juliano Ayub em breve estará em outros pontos de Londrina e região. Veja mais fotos e a cobertura na coluna de Thiago Nassif, na Folha de Londrina deste dia 19 de junho, e no programa “Gente com Nassif”, na MultiTV, canais 20 e 520 da NET.

Adriana Morandi e Cristiane Trevisan
Adriana Morandi e Cristiane Trevisan
Andrea Santos, Larissa Ramos e Ana Paula Torres
Insira Andrea Santos, Larissa Ramos e Ana Paula Torres
Helen Orsi e Rafaela Bacchi
Helen Orsi e Rafaela Bacchi
Juliano Ayub, Adriana Pontin e Fausto Trigo
Juliano Ayub, Adriana Pontin e Fausto Trigo
Nity Magalhães e Lauriane Zanetti
Nity Magalhães e Lauriane Zanetti
Shirlei Brito, Neli Camargo e Marilza Freitas
Shirlei Brito, Neli Camargo e Marilza Freitas

ELAS FAZEM E ACONTECEM

Realizar trocas inteligentes promovendo ações que inspirem mulheres a buscarem concretizar seus sonhos e projetos, essa é a base do ELAS FAZEM E ACONTECEM, além de oferecer fortalecimento da marca e divulgação de negócios.

O MULHERAÇO é um agente inovador de oportunidades e inspiração para todas as mulheres. Proporcionar experiência motivadora com profissionais capacitados para cada projeto trazendo inspiração e conhecimento para mulheres.

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fotos de Marcos Assi dos últimos encontros Elas Fazem e Acontecem realizados.

 

Origem italiana, francesa ou russa?

Nascido na Itália, importado para a França e consagrado na Rússia, o Ballet Clássico, que nasceu no fim do século XV, é disseminado na década de 60 com o Bolshoi de Moscou.

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No fim do século XV, exatamente na cerimônia de casamento do Duque de Milão com Isabel de Ararão na Itália origina-se o ballet. Logo depois, esta arte também floresceu na França, em outra festa nupcial, desta vez celebrando a união entre Catarina de Médicis e Henrique II, em 1533. Neste momento, vários espetáculos foram importados dos italianos.

A experiência foi tão marcante para a rainha que, em 1581, ela criou o Ballet Cômico da Rainha, para uma nova aliança matrimonial, a de sua irmã. A partir de então, a França tornou-se o cenário ideal para o florescer desta dança. Neste país, em 1661, instituiu-se a Academia Real de Dança e, em 1713, foi inaugurada a Escola de Dança da Ópera. O Balé revestiu-se de uma aura nobre, uma vez que até mesmo o Rei Luiz XIV, em sua infância, chegou a cursar aulas desta dança clássica, exibindo-se diante da Corte ao completar 12 anos. Algum tempo depois, o monarca criou a Académie de Musique et de Danse, eliminada em 1780.

A partir de 1830, teve início a fase do balé romântico, com espetáculos como Giselle. Quando esta era entrou em declínio, o pólo de criação deslocou-se de Paris para São Petersburgo, na Rússia. Foi um russo, Serge Diaghilev, que inaugurou o período do balé moderno, com uma companhia própria. Neste cenário apareceram artistas que se tornariam famosos, como Pavlova, Nijinsky, entre outros. Era o impulso inicial para a geração da Escola Russa de Balé, que se disseminaria principalmente pelos EUA e pela Inglaterra.

Foto: internet referência Bolshoi – Fonte: http://www.infoescola.com.br

Em Londrina você pode aprender essa delicada arte na Maison Royalle Escola de Ballet e Artes –  para mais informações: 43 3301 5851 – Rua Santa Catarina, 50 Tower Shopping sala 40 L3 – com a bailarina Cristiane Trevisan.

O que você faz com seu lixo?

Dê uma olhada na lixeira da sua cozinha. Repare o quanto aquele lixo aumenta todos os dias. Depois, tente imaginar que cada uma das famílias do mundo faz a mesma coisa, diariamente. Dá para imaginar o tamanho do lixo?

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O lixo que o ser humano produz e joga no planeta todos os dias é um risco muito sério à saúde de todos os seres vivos e do planeta em si. São bilhões de pessoas morando no planeta Terra.

O lixo é um grande problema. Mas ele pode ser um problema um pouco menor, desde que os governos, as instituições (escolas, hospitais etc.), as empresas e cada pessoa faça a sua parte. ISSO INCLUI VOCÊ E SUA FAMÍLIA.

Precisamos alertar para que a conscientização encaixe na cabeça das bilhões de pessoas e que a ação automática não seja jogar o lixo na rua, mas sim esperar uma lixeira próxima para colocar o lixo no lugar certo.

Apenas  metade do lixo existente é coletado e desta metade, uma pequena parcela vai para os locais adequados, como aterros sanitários, incineradores, usinas de reciclagem e compostagem. Uma outra parte é jogada em rios que abastecem regiões inteiras, ou levada para lixões clandestinos a céu aberto. Nesse cálculo, entra também o lixo jogado nas ruas, aquele que entope bueiros e galerias de águas pluviais, provocando enchentes desastrosas na época das chuvas.

COMECE POR VOCÊ E SEJA DIFERENÇA NO MUNDO! 

 

 

Nascido numa raiz trabalhista

Foram as mulheres das fábricas nos Estados Unidos e em alguns países da Europa que começaram uma campanha dentro do movimento socialista para reivindicar seus direitos – as condições de trabalho delas eram ainda piores do que as dos homens à época.

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Se fosse possível fazer uma linha do tempo dos primeiros “dias das mulheres” que surgiram no mundo, ela começaria possivelmente com a grande passeata das mulheres em 26 de fevereiro de 1909, em Nova York.

Naquele dia, cerca de 15 mil mulheres marcharam nas ruas da cidade por melhores condições de trabalho – na época, as jornadas para elas poderiam chegar a 16h por dia, seis dias por semana e, não raro, incluíam também os domingos. Ali teria sido celebrado pela primeira vez o “Dia Nacional da Mulher”.

Enquanto isso, na Europa também crescia o movimento nas fábricas. Em agosto de 1910, a alemã Clara Zetkin propôs em reunião da Segunda Conferência Internacional das Mulheres Socialistas a criação de uma jornada de manifestações.

Oficializado pela Organização das Nações Unidas em 1975, o chamado Dia Internacional da Mulher era celebrado muito tempo antes, desde o início do século 20. E se hoje a data é lembrada como um pedido de igualdade de gênero e com protestos ao redor do mundo, no passado nasceu principalmente de uma raiz trabalhista.

Fonte: http://www.bbc.com